{"id":787,"date":"2023-11-11T12:00:00","date_gmt":"2023-11-11T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=787"},"modified":"2023-11-11T10:02:55","modified_gmt":"2023-11-11T13:02:55","slug":"o-fenomeno-nikita-foi-o-que-nos-aproximou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2023\/11\/11\/o-fenomeno-nikita-foi-o-que-nos-aproximou\/","title":{"rendered":"O fen\u00f4meno \u201cNikita\u201d foi o que nos aproximou\u2026"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"485\" height=\"520\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Poeta-Juca-Pontes-e-a-atriz-Zezita-Matos-Literatura-e-Cinema-sempre-juntos.-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-789\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Poeta-Juca-Pontes-e-a-atriz-Zezita-Matos-Literatura-e-Cinema-sempre-juntos.-1.jpg 485w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Poeta-Juca-Pontes-e-a-atriz-Zezita-Matos-Literatura-e-Cinema-sempre-juntos.-1-280x300.jpg 280w\" sizes=\"auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Poeta Juca Pontes e a atriz Zezita Matos &#8211; Literatura e Cinema sempre juntos.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>In\u00edcio dos anos de 1980, pleno de realiza\u00e7\u00f5es e import\u00e2ncia para mim, no que se refere as atividades cinematogr\u00e1ficas. Acabara de receber um pr\u00eamio da Sudene, de Melhor Document\u00e1rio Com Tem\u00e1tica Nordestina, pela dire\u00e7\u00e3o de <em>O Coqueiro<\/em>, no Festival Brasileiro de Cinema Super-8 da Cidade do Recife. Logo em seguida, fui premiado com o Melhor Roteiro no Festival de Fortaleza do Cinema Brasileiro, com <em>Parahyba <\/em>(1985), dirigido por Machado Bitencourt.<\/p>\n\n\n\n<p>Tr\u00eas anos antes, instalara o Cinema Bangu\u00ea do Espa\u00e7o Cultural, orientando toda parte de proje\u00e7\u00e3o em 35mm, <em>know how<\/em> j\u00e1 adquirido com as implanta\u00e7\u00f5es dos cinemas de meu pai, em Santa Rita. O t\u00e9cnico Newton Monteiro finalizou o sistema de som, em alta fidelidade, da sala de proje\u00e7\u00f5es do Bangu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso, somado \u00e0s minhas atividades em dois Festivais de Arte de Areia, quando coordenei os segmentos de Cinema e Televis\u00e3o. Na primeira vez, sob o comando do historiador Jos\u00e9 Oct\u00e1vio de Arruda Mello \u00e0 frente da Diretoria Geral de Cultura do Governo do Estado, em seguida, na gest\u00e3o do teatr\u00f3logo Raimundo Nonato Batista. E foi ent\u00e3o que conheci meu amigo (de saudosas mem\u00f3rias) Juca Pontes, com quem tive boas rela\u00e7\u00f5es culturais e familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, o que nos aproximou mesmo, antes de mais nada, foi a bela \u201cNikita\u201d (<em>\u201cHey Nikita is it cold in your little corner of the worl&#8230;\u201d<\/em>). Porque Juca dispunha de v\u00e1rios discos de Elton John, especialmente em vinil, nessa \u00e9poca bastante em moda. Isso me motivava a algumas visitas ao seu apartamento, um andar acima do nosso, para ouvir o cantor ingl\u00eas. Por vezes, ia acompanhado do meu filho Alexandre, ainda pequenino, a quem Juca chamava de \u201cbarbudinho\u201d; talvez, em raz\u00e3o de que, \u00e0 \u00e9poca, eu usava farto bu\u00e7o facial, coisa que o amigo Juca tamb\u00e9m costumava usar.<\/p>\n\n\n\n<p>E n\u00e3o raro, at\u00e9 estando \u201cfrio no seu cantinho do mundo\u201d, Nikita (a can\u00e7\u00e3o) sempre era motivo de bons papos sobre m\u00fasica e cinema. Sobretudo cinema, j\u00e1 que eu tinha la\u00e7os com a Diretoria Geral de Cultura do Governo do Estado, cujo titular Raimundo Nonato Batista, futuramente seria o sogro de Juca Pontes, ao contrair matrim\u00f4nio com filha dele, a jovem Michele. Tempos depois, o amigo Juca foi residir em outro lugar, repassando o apartamento do Condom\u00ednio S\u00e3o Marcos, em Tamba\u00fa, para sua fam\u00edlia de Campina Grande. Na semana passada, fiquei feliz ao ler a not\u00edcia de que uma homenagem fora prestada ao amigo. A casa da Literatura Paraibana, localizada no Espa\u00e7o Cultural, agora passaria a se chamar \u201cLivraria A Uni\u00e3o Poeta Juca Pontes\u201d. Bem posta e respeitosa a ideia, motivando a filha de Juca, Ma\u00edra Pontes afirmar que, uma livraria com o nome de seu pai \u201crepresenta toda uma vida dedicada aos livros, \u00e0 sua poesia e \u00e0 produ\u00e7\u00e3o editorial\u201d. Causas que o nosso amigo sempre defendeu.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"has-vivid-red-color has-text-color wp-block-heading\"><strong><em>APC: Festival convida Zezita Matos<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A presidente da Academia Paraibana de Cinema, atriz Zezita Matos, foi um dos homenageados durante o Festival Bananeiras de Cinema, aberto no Brejo paraibano na \u00faltima quarta-feira. A programa\u00e7\u00e3o do <em>Febancine<\/em> contou com palestras, apresenta\u00e7\u00f5es musicais, homenagens, al\u00e9m das exibi\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios audiovisuais. O festival terminou neste domingo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na programa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de uma oficina realizada na Casa Verde, o festival contou ainda com exibi\u00e7\u00e3o dos curtas e longas-metragens: &#8220;Anjos Cingidos&#8221;; &#8220;A Espera&#8221;; &#8220;Nem Todas as Manh\u00e3s S\u00e3o Iguais&#8221;; &#8220;Areia, Mem\u00f3ria e Cinema&#8221;; &#8220;Sonhos de Leandro&#8221;; &#8220;Inc\u00faria&#8221;; &#8220;Mem\u00f3rias do Fogo&#8221;. A APC se congratula com a dire\u00e7\u00e3o do evento.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>In\u00edcio dos anos de 1980, pleno de realiza\u00e7\u00f5es e import\u00e2ncia para mim, no que se refere as atividades cinematogr\u00e1ficas. 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