{"id":681,"date":"2023-04-29T20:46:42","date_gmt":"2023-04-29T23:46:42","guid":{"rendered":"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=681"},"modified":"2023-04-29T20:46:44","modified_gmt":"2023-04-29T23:46:44","slug":"cinema-sempre-foi-tradicao-no-festival-de-areia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2023\/04\/29\/cinema-sempre-foi-tradicao-no-festival-de-areia\/","title":{"rendered":"<strong><em>Cinema sempre foi tradi\u00e7\u00e3o no festival de Areia<\/em><\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"456\" src=\"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/O-Grito-do-Ipiranga-do-pintor-Pedro-Americo-no-filme-de-Carlos-Coimbra-Independencia-ou-Morte.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-682\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/O-Grito-do-Ipiranga-do-pintor-Pedro-Americo-no-filme-de-Carlos-Coimbra-Independencia-ou-Morte.jpg 800w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/O-Grito-do-Ipiranga-do-pintor-Pedro-Americo-no-filme-de-Carlos-Coimbra-Independencia-ou-Morte-300x171.jpg 300w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/O-Grito-do-Ipiranga-do-pintor-Pedro-Americo-no-filme-de-Carlos-Coimbra-Independencia-ou-Morte-768x438.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: O Grito do Ipiranga do pintor Pedro Am\u00e9rico, no filme de Carlos Coimbra Independ\u00eancia ou Morte. <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O Festival de Arte de Areia, no interior da Para\u00edba, sempre teve tradi\u00e7\u00e3o em cinema. Mesmo n\u00e3o esquecendo dos demais segmentos da cultura, como literatura, m\u00fasica, teatro e artes pl\u00e1sticas. Esta, que sempre homenageou um dos seus filhos mais ilustres: Pedro Am\u00e9rico, pela sua manifesta concep\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica sobre o Grito do Ipiranga. Fato que \u00e9 not\u00f3rio e sabido por toda classe cultural paraibana.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo assim, h\u00e1 algumas publica\u00e7\u00f5es que ainda divergem da data real da Independ\u00eancia do Brasil e do seu processo pol\u00edtico; tamb\u00e9m do Grito do Ipiranga, conforme est\u00e1 cenografado na invulgar pintura de Pedro Am\u00e9rico. E que \u201ca independ\u00eancia esteve bem longe de ser como est\u00e1 representada pelo pintor areiense&nbsp;e no filme de&nbsp;<strong>Carlos Coimbra<\/strong>. Muito menos teria transcorrido majestosamente como vemos no quadro e no filme\u201d. Afirmam alguns dos contestadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Controv\u00e9rsias \u00e0 parte, aqui o que importa mesmo \u00e9 tratarmos da rela\u00e7\u00e3o de influ\u00eancia que teve a obra de Am\u00e9rico no filme de Coimbra. Por sinal, uma produ\u00e7\u00e3o riqu\u00edssima e um elenco grandioso, numa \u00e9poca em que cinema era tido como a bola da vez. Inclusive, sempre reproduzia a Hist\u00f3ria Imperial e Republicana Brasileira. Exemplos como os dos filmes <em>Inconfid\u00eancia Mineira,<\/em> <em>Carlota Joaquina, <\/em>e o mais emblem\u00e1tico de todos que \u00e9 <em>Independ\u00eancia ou Morte<\/em>, de Carlos Coimbra, em que a pintura de Pedro Am\u00e9rico serviu como elemento cenogr\u00e1fico fundamental na arma\u00e7\u00e3o c\u00eanica e no discurso do filme.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o que quero registrar na coluna de hoje, n\u00e3o \u00e9 sobre o que acabo de narrar acima. Esta semana detive-me na mat\u00e9ria publicada em A Uni\u00e3o, pelo parceiro Guilherme Cabral sobre a primeira edi\u00e7\u00e3o do Festival Pedro Am\u00e9rico e sua programa\u00e7\u00e3o, para celebrar os 180 anos de nascimento do consagrado pintor areiense. At\u00e9 a\u00ed, tudo bem. Bem posta a ideia do festival destinado a exaltar o nome de um dos artistas mais importantes, n\u00e3o s\u00f3 para Areia, mas ao resto do mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estranhamente, notei que o cinema n\u00e3o fez parte de sua programa\u00e7\u00e3o, mesmo sendo sabedor do significado que foi a obra de Pedro Am\u00e9rico para o cinema. Mais ainda, quando se sabe que o cinema sempre foi manifesta\u00e7\u00e3o de interesse p\u00fablico, inclusive na forma\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as em idade escolar. Como nos parece tamb\u00e9m ter sido a proposta dos realizadores do festival, quando justificam: \u201cQueremos evidenciar, para a nossa cidade, que Pedro Am\u00e9rico \u00e9 mais conhecido no Brasil, n\u00e3o em Areia, onde as novas gera\u00e7\u00f5es precisam conhecer sua import\u00e2ncia e legado, que \u00e9 sua pr\u00f3pria obra.\u201d E que, \u201co festival \u00e9 voltado sobretudo para alunos da rede escolar, na faixa et\u00e1ria dos sete aos 14 anos, ou seja, do terceiro ao nono ano do ensino regular.\u201d De qualquer modo, bem posta a ideia do \u201cevento\u201d, embora estando fora o cinema, cuja participa\u00e7\u00e3o as crian\u00e7as teriam adorado, certamente.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"has-vivid-red-color has-text-color wp-block-heading\"><strong><em>APC e CCTA promovem debate no Cine Aruanda<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Atividade conjunta promovida entre Academia Paraibana de Cinema e o Centro de Comunica\u00e7\u00e3o, Turismo e Artes da Universidade Federal da Para\u00edba, na sexta-feira passada, foi a exibi\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio <em>A bagaceira engenho e brejo<\/em>, com dura\u00e7\u00e3o de sete minutos, realizado pelo professor Jo\u00e3o de Lima e o fot\u00f3grafo Manoel Clemente.<\/p>\n\n\n\n<p>A exibi\u00e7\u00e3o do curta, tamb\u00e9m um real enfoque \u00e0 natureza vegetal do brejo paraibano, foi realizada no audit\u00f3rio do pr\u00f3prio CCTA, ocasi\u00e3o em que foi feito um debate com estudantes do curso de Comunica\u00e7\u00e3o da UFPB e de bolsista do projeto \u201cCinema da Terra\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Festival de Arte de Areia, no interior da Para\u00edba, sempre teve tradi\u00e7\u00e3o em cinema. 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