{"id":627,"date":"2023-01-14T12:00:00","date_gmt":"2023-01-14T15:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=627"},"modified":"2023-01-14T08:09:54","modified_gmt":"2023-01-14T11:09:54","slug":"de-gadanho-em-gadanho-de-closes-em-closes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2023\/01\/14\/de-gadanho-em-gadanho-de-closes-em-closes\/","title":{"rendered":"<em>De gadanho em gadanho&#8230; de Closes em closes&#8230;<\/em>"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"517\" height=\"392\" src=\"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Livro-a-ser-ainda-impresso..jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-628\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Livro-a-ser-ainda-impresso..jpg 517w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Livro-a-ser-ainda-impresso.-300x227.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Livro a ser ainda impresso.<\/em> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Novidade alguma jamais deve ter, aquilo que se entende por imperativo e fidedigno numa narrativa hist\u00f3rica, tendo como foco as pessoas e os fatos. Ainda mais, conhecendo-se o autor que a escreveu e utilizou de boa-f\u00e9, como resultado de suas pesquisas, sobre tais atores e seus protagonismos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o obstante isso, queira-se ou n\u00e3o, quase sempre nessas abordagens fogem eventos realmente acontecidos e que s\u00e3o singulares, contextualmente, mas que n\u00e3o foram narrados, representando lapso, sem d\u00favida, e incoer\u00eancia \u00e0 real veracidade hist\u00f3rica. Em raz\u00e3o de eventos assim, costumo afirmar que, a hist\u00f3ria jamais se fecha em si mesma; haver\u00e1 sempre um fato a mais (desde que seja confi\u00e1vel), em qualquer contexto, a ser inserido por outrem, gerando ainda mais conhecimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de tudo, gostaria de agradecer a cita\u00e7\u00e3o de algumas de minhas obras, tamb\u00e9m pelo uso de meu acervo privado, em recente publica\u00e7\u00e3o dos parceiros de Academia de Cinema, Jo\u00e3o de Lima Gomes e Pedro Nunes, sobre o movimento superoitista na Para\u00edba. E dizer que me honrou bastante o fato de ter sido um dos integrantes da \u201csegunda vertente\u201d, pelas obras que ent\u00e3o publiquei, inclusive a minha tese de Mestrado na Universidade de Bras\u00edlia, como importante narrativa, al\u00e9m de \u201cWalfredo Rodriguez e a Cultura Paraibana\u201d e demais textos sobre cinema.<\/p>\n\n\n\n<p>Revendo minhas refer\u00eancias hist\u00f3ricas, os autores da obra \u201cGadanho\/Closes\u201d afirmam: \u201cNa segunda vertente est\u00e3o as obras que versam sobre determinadas tem\u00e1ticas \u2212 caso das produ\u00e7\u00f5es de monografias, disserta\u00e7\u00f5es e teses que abordam ciclos espec\u00edficos, como o ciclo de cinema document\u00e1rio dos anos 1960 e a produ\u00e7\u00e3o em Super8. No primeiro grupo elencado s\u00e3o destacadas as obras de Alex Santos (1982) e Wills Leal (2007)\u201d. E registram tamb\u00e9m as minhas atua\u00e7\u00f5es como diretor e cr\u00edtico de cinema em alguns jornais paraibanos. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores citam igualmente o meu primeiro livro publicado: \u201c&#8230; \u2018Cinema &amp; Revisionismo\u2019, de Alex Santos faz um real hist\u00f3rico do cinema paraibano. Santos escreve sua obra no ano de 1982, contemporaneamente ao in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o superoitista, percebendo-a como a retomada da produ\u00e7\u00e3o no estado. Foi o primeiro a refletir sobre a produ\u00e7\u00e3o superoitista, pontuando a realiza\u00e7\u00e3o dos primeiros filmes em Super-8\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, das bem indicadas refer\u00eancias sobre o cinema paraibano, que os autores classificam de segunda fase (ou \u201cvertente\u201d), um fato singular aconteceu na \u00e9poca, sob o empenho dos que militavam no campo da s\u00e9tima arte, como foi o meu caso. Desde o reitorado de Lynaldo Cavalcanti na UFPB, em 1977, exercendo a fun\u00e7\u00e3o de Assessor de Comunica\u00e7\u00e3o, na Coordenadoria de Extens\u00e3o Cultural (COEX), fui indicado (<em>Portaria R\/GR n\u00b0<\/em> <em>024\/80<\/em>) a fazer parte da comiss\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o\/instala\u00e7\u00e3o do NUDOC \u2013 N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica. Junto comigo estiveram Jo\u00e3o Maur\u00edcio de Lima Neves, que na \u00e9poca era Coordenador da PRAC, tamb\u00e9m o m\u00fasico Pedro Santos e o fot\u00f3grafo Manoel Clemente, que anos depois foi diretor do N\u00facleo. Todos n\u00f3s professores da institui\u00e7\u00e3o e beneficiados pela Resolu\u00e7\u00e3o 200 (\u201cNot\u00f3rio Saber\u201d) do <em>CONSEPE\/<\/em>UFPB.\u00a0 A cria\u00e7\u00e3o do NUDOC, cuja tese vinha sendo discutida desde 1979, at\u00e9 durante uma Jornada de Cinema, em Jo\u00e3o Pessoa, somente se concretizou no ano seguinte, colocando a UFPB nos anseios de seu criador, Jos\u00e9 Am\u00e9rico de Almeida, em 1955, quando cria tamb\u00e9m o Cinema Educativo da Para\u00edba. Ali\u00e1s, a obra \u201cGadanho &amp; Closes\u201d se posiciona muito bem ao afirmar textualmente: \u201cA UFPB, amparada a essa forte tradi\u00e7\u00e3o de cinema de base documental, incorporou ao seu quadro institucional integrantes da segunda gera\u00e7\u00e3o de cinema.\u201d Fase essa, ali\u00e1s, da qual participei ativamente&#8230;<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"has-vivid-red-color has-text-color wp-block-heading\"><strong><em>APC: CONVOCA\u00c7\u00c3O \u2013 01\/23<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A presid\u00eancia da Academia Paraibana de Cinema est\u00e1 convocando toda sua diretoria e associados, para uma reuni\u00e3o na pr\u00f3xima quinta-feira (19), \u00e0s 9 horas da manh\u00e3, na Sala do Cine Mirabeau, no Bessa, em Jo\u00e3o Pessoa. O encontro poder\u00e1 ser presencial ou virtual atrav\u00e9s da plataforma Google Meet. Durante o encontro ser\u00e1 apresentada uma pauta de sugest\u00f5es, tamb\u00e9m ser\u00e3o discutidas a\u00e7\u00f5es previstas para este ano.<\/p>\n\n\n\n<p><em>ZEZITA MATOS Presidente da APC \u2013 Jo\u00e3o Pessoa, 13\/01\/2023<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novidade alguma jamais deve ter, aquilo que se entende por imperativo e fidedigno numa narrativa hist\u00f3rica, tendo como foco as pessoas e os fatos. Ainda&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":628,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"De gadanho em gadanho... de Closes em closes... - Coisas de Cinema","description":"Novidade alguma jamais deve ter, aquilo que se entende por imperativo e fidedigno numa narrativa hist\u00f3rica, tendo como foco as pessoas e os fatos. 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