{"id":604,"date":"2022-12-10T10:58:42","date_gmt":"2022-12-10T13:58:42","guid":{"rendered":"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=604"},"modified":"2022-12-10T10:59:10","modified_gmt":"2022-12-10T13:59:10","slug":"afluencias-a-mulher-indigena-em-sua-retomada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2022\/12\/10\/afluencias-a-mulher-indigena-em-sua-retomada\/","title":{"rendered":"\u201cAflu\u00eancias\u201d: A mulher ind\u00edgena em sua retomada"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"596\" height=\"358\" src=\"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Iasmin-Soares-videomaker-e-autora-de-Afluencias.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-605\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Iasmin-Soares-videomaker-e-autora-de-Afluencias.jpg 596w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Iasmin-Soares-videomaker-e-autora-de-Afluencias-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px\" \/><figcaption><em>Foto: Iasmin Soares videomaker e autora de &#8216;Aflu\u00eancias&#8217;. <\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Do ponto de vista da mulher atual, assumidamente moderna, ciente dos seus direitos como cidad\u00e3, faz o maior sentido a sua busca pela igualdade social. Seja ela de que ra\u00e7a, credo, cor ou qualquer outra fei\u00e7\u00e3o humana. Fato \u00e9 que, distante do \u201ccolonialismo\u201d, para a mulher hoje os tempos s\u00e3o outros&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Bisneta de um dos pioneiros do cinema paraibano \u2013 Severino Alexandre Santos \u2013, agora sob influ\u00eancia de familiares bem pr\u00f3ximos dela, que vivem as \u201ccoisas de cinema\u201d, Iasmin Soares vem se revelando, igualmente, uma jovem muito ligada \u00e0 S\u00e9tima Arte. Formada em jornalismo pela UFPB, e j\u00e1 com passagens pela televis\u00e3o local, tem buscado atrav\u00e9s da <em>movie-art<\/em> aquilo que podemos chamar de \u201cliberta\u00e7\u00e3o feminista\u201d. Ou melhor, uma equidade entre homem e mulher no mundo atual.<\/p>\n\n\n\n<p>A causa de Iasmin tem sido, invariavelmente, pela not\u00e1vel \u201caflu\u00eancia\u201d da mulher negra ou ind\u00edgena. Tanto que, como ela pr\u00f3pria se cognomina ser, em verdade, uma jovem de etnia semelhante \u00e0 da mulher a cuja causa defende; e com tarefas j\u00e1 realizadas \u201cfalando de assuntos t\u00e3o necess\u00e1rios\u201d, tanto no jornalismo como atrav\u00e9s do seu audiovisual. Mesmo sendo muito jovem, suas pretens\u00f5es no campo da cultura e das artes s\u00e3o admir\u00e1veis, fazendo com que venha se sa\u00eddo com trabalhos bem representativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outubro passado, ap\u00f3s participar de um laborat\u00f3rio de projetos audiovisuais do FeCCI (Festival de Cinema e Cultura Ind\u00edgena), em Bras\u00edlia, Iasmin concluiu o seu curta-metragem <em>Aflu\u00eancias<\/em>. Document\u00e1rio autoral escritor e dirigido por ela, abordando depoimentos de mulheres ind\u00edgenas e suas afetividades, com foco no que se refere \u00e0 \u201ccolonialidade do poder\u201d. Nessa fase inicial do FeCCI, de todo o Brasil, apenas tr\u00eas curtas-metragens foram escolhidos, um deles foi o projeto de Iasmin, pela poesia que mostra, incluindo as \u201caflu\u00eancias\u201d marinhas. Um belo exerc\u00edcio visual, que vi, gostei e recomendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sua primeira edi\u00e7\u00e3o, iniciada dia 2 deste m\u00eas e conclu\u00edda no domingo passado, o FeCCI optou pelas hist\u00f3rias de grupos e realizadores de origem ind\u00edgena, no prop\u00f3sito de promover, fortalecer e difundir as culturas e os audiovisuais dos mais de trezentos povos ind\u00edgenas do pa\u00eds. E&nbsp;<em>Aflu\u00eancias<\/em> foi exibido na mostra dos trabalhos selecionados, no Cine Bras\u00edlia, tradicional cinema do Distrito Federal, tamb\u00e9m, pelo que fomos informados, aqui no Fest Aruanda, em Jo\u00e3o Pessoa. Mas, o entusiasmo de Iasmin Soares n\u00e3o p\u00e1ra por a\u00ed, n\u00e3o. J\u00e1 no pr\u00f3ximo ano, segundo foi informada esta coluna, a jovem <em>videomaker<\/em> j\u00e1 se prepara para uma nova produ\u00e7\u00e3o paraibana a ser realizada por dois integrantes da Academia Paraibana de Cinema.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"has-vivid-red-color has-text-color wp-block-heading\"><strong><em>APC no Correio das Artes, de A Uni\u00e3o<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Recentemente, a presid\u00eancia da Academia Paraibana de Cinema reuniu sua diretoria para definir uma programa\u00e7\u00e3o comemorativa ao Dia Mundial do Cinema, que se celebra na data de 28 deste m\u00eas. O encontro aconteceu no Cine Mirabeau, no bairro do Bessa, e um dos pontos sugeridos por esta coluna foi a publica\u00e7\u00e3o das realiza\u00e7\u00f5es da APC, durante suas tr\u00eas gest\u00f5es, no Correio das Artes, de A Uni\u00e3o. A sugest\u00e3o foi acatada pelos presentes no encontro.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, fizemos contato com o Editor do Correio das Artes, o jornalista Andr\u00e9 Canan\u00e9a, que se mostrou sens\u00edvel ao nosso pleito, em publicar a APC. Peri\u00f3dico que \u00e9 uma das mais importantes publica\u00e7\u00f5es da cultura neste pa\u00eds, conforme entende a Diretoria da Academia Paraibana de Cinema.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do ponto de vista da mulher atual, assumidamente moderna, ciente dos seus direitos como cidad\u00e3, faz o maior sentido a sua busca pela igualdade social&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":605,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"\u201cAflu\u00eancias\u201d: A mulher ind\u00edgena em sua retomada - Coisas de Cinema","description":"Do ponto de vista da mulher atual, assumidamente moderna, ciente dos seus direitos como cidad\u00e3, faz o maior sentido a sua busca pela igualdade social. 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