{"id":352,"date":"2021-09-11T12:00:00","date_gmt":"2021-09-11T15:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=352"},"modified":"2021-09-09T13:58:27","modified_gmt":"2021-09-09T16:58:27","slug":"faculdade-dulcina-de-moraes-fez-parte-de-mim-em-brasilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2021\/09\/11\/faculdade-dulcina-de-moraes-fez-parte-de-mim-em-brasilia\/","title":{"rendered":"Faculdade Dulcina de Moraes fez parte de mim, em Bras\u00edlia"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"531\" src=\"http:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Galeria-da-Faculdade-e-do-Teatro-Dulcina-de-Moraes-no-Conic-em-Brasilia..jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-353\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Galeria-da-Faculdade-e-do-Teatro-Dulcina-de-Moraes-no-Conic-em-Brasilia..jpg 800w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Galeria-da-Faculdade-e-do-Teatro-Dulcina-de-Moraes-no-Conic-em-Brasilia.-300x199.jpg 300w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Galeria-da-Faculdade-e-do-Teatro-Dulcina-de-Moraes-no-Conic-em-Brasilia.-768x510.jpg 768w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Galeria-da-Faculdade-e-do-Teatro-Dulcina-de-Moraes-no-Conic-em-Brasilia.-370x247.jpg 370w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption><em>Foto: &#8220;Galeria da Faculdade e do Teatro Dulcina de Moraes no Conic, em Brasilia.&#8221;<\/em> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>No final de agosto, fez 25 anos da morte de uma das mais importantes damas do teatro brasileiro. Dulcina Mynssen de Moraes nasceu no estado do Rio de Janeiro, na cidade serrana de Valen\u00e7a, tendo como padroeira Nossa Senhora da Gl\u00f3ria. Localidade rica em sobrados antigos e fazendas, outrora um dos centros mais importantes da cultura do caf\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>Conheci sua hist\u00f3ria de vida quando fazia o mestrado na Universidade de Bras\u00edlia, entre os anos de 1992 e 1994. Estudava na UnB pela manh\u00e3 e dava aulas de Artes Visuais\/Cinema, na Faculdade Dulcina de Moraes, \u00e0 noite. Cursos que ministr\u00e1vamos nos espa\u00e7os superiores do Conic, entrando pela Galeria atr\u00e1s do Teatro Dulcina de Moares, no centro de Bras\u00edlia. Onde vi pela primeira vez, o pol\u00eamico filme de Bertolucci \u201c\u00daltimo Tango em Paris\u201d, em um cinema ali existente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Morava na SQN216, havia apenas umas tr\u00eas quadras at\u00e9 a L3 Norte, n\u00e3o muito longe da UnB. Apesar de possuir ve\u00edculo, gostava muito de peregrinar algumas vezes at\u00e9 o Minhoc\u00e3o, onde ficavam as salas de aulas. Quando n\u00e3o, ap\u00f3s deixar a esposa Lili na Defensoria P\u00fablica, onde tinha audi\u00eancias, na W3, dava carona \u00e0s minhas duas crian\u00e7as, que estudavam no Col\u00e9gio Santa Rosa, come\u00e7o da L2Sul, passando pela Catedral Metropolitana. Um trajeto matinal que encantava meu casal de Alexandres, embora jamais comparado \u00e0s suas belas destrezas sobre patins e bicicletas aos domingos, nos \u201cEix\u00f5es\u201d fechados aos domingos para o laser e caminhadas dos citadinos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando n\u00e3o tinha aulas logo cedo na UnB, dava uma passadinha l\u00e1 no amigo Lynaldo Cavalcanti, na ABIPTI, tamb\u00e9m na Asa Norte, para cuidar da reda\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o, em xerox, do jornalzinho que editava da institui\u00e7\u00e3o. Foram prazerosos dois anos de muita distra\u00e7\u00e3o e estudos na Capital Federal, mesmo num per\u00edodo tumultuado que foi o do \u201cFora Color!\u201d. Com faixas que encobriam parte do Conjunto Nacional e do Terminal Rodovi\u00e1rio de Bras\u00edlia. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como se v\u00ea, Bras\u00edlia \u00e9 formada por uma \u201csopinha\u201d de letras e n\u00fameros, em tudo que s\u00e3o avenidas e blocos residenciais. Mas, foi satisfat\u00f3rio viv\u00ea-la&#8230;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pois bem, al\u00e9m da inusitada arquitetura urbana, que encantou a minha pequena Alexandra, quando l\u00e1 chegou, muitos dos s\u00edmbolos da cidade ainda continuam fazendo parte de nossas mem\u00f3rias: a ABIPTI, criada por Lynaldo ao assumir o CNPq em 1980, amigo a quem fizera assessoria de imprensa, quando reitor da UFPB; a Universidade de Bras\u00edlia, onde fiz o mestrado sob orienta\u00e7\u00e3o do professor-doutor Pedro Jorge de Castro, cineasta de \u201cTigipi\u00f3\u201d (com o paraibano Jos\u00e9 Dumont); as idas ao Teatro Municipal e ao shopping do Conjunto Nacional; as lojinhas de CD e DVD do Centro Comercial da SQN-216, onde mor\u00e1vamos; enfim, a Faculdade Dulcina de Moraes, onde ensinei, licenciando-me, enfim, quando retornei \u00e0 Universidade Federal da Para\u00edba. Ent\u00e3o, por que todas essas mem\u00f3rias? H\u00e3o de me perguntar. Respondo sem pestanejar: Em sauda\u00e7\u00e3o \u00e0 importante institui\u00e7\u00e3o de ensino superior \u201cDulcina de Moares\u201d, a cuja criadora e patronesse vimos homenagear nesse agosto passado. M\u00eas que completa 25 anos de seu prematuro falecimento, em 1996.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">API cria Museu de Imprensa \u201cWills Leal\u201d<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>In\u00edcio deste m\u00eas, a Associa\u00e7\u00e3o Paraibana de Imprensa fez homenagem especial ao jornalista Wills Leal, criando o Museu da Imprensa com o seu nome. Bem posta a ideia de prestar tributo ao jornalista, cr\u00edtico de cinema paraibano, falecido em maio do ano passado.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O homenageado, que era tamb\u00e9m membro da Academia Paraibana de Letras, ocupava a cadeira 4 da Academia Paraibana de Cinema, cujo Patrono \u00e9 P\u00e9ricles Leal. Durante duas gest\u00f5es, com a parceria do vice-presidente da APC, cineasta e tamb\u00e9m jornalista e cr\u00edtico de cinema Alex Santos, s\u00e3o os respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o de cinema da Para\u00edba.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final de agosto, fez 25 anos da morte de uma das mais importantes damas do teatro brasileiro. Dulcina Mynssen de Moraes nasceu no estado&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":353,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"Faculdade Dulcina de Moraes fez parte de mim, em Bras\u00edlia - Coisas de Cinema","description":"No final de agosto, fez 25 anos da morte de uma das mais importantes damas do teatro brasileiro. 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