{"id":1324,"date":"2026-07-11T12:00:00","date_gmt":"2026-07-11T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=1324"},"modified":"2026-07-09T20:18:54","modified_gmt":"2026-07-09T23:18:54","slug":"festival-que-virou-um-aruande-praieiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2026\/07\/11\/festival-que-virou-um-aruande-praieiro\/","title":{"rendered":"Festival que virou um \u201caruand\u00ea\u201d praieiro"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"496\" height=\"247\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Fest-Aruanda-na-praia-de-Tambau.jpg\" alt=\"Fest Aruanda na praia de Tamba\u00fa.\" class=\"wp-image-1325\" style=\"width:669px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Fest-Aruanda-na-praia-de-Tambau.jpg 496w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Fest-Aruanda-na-praia-de-Tambau-300x149.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Fest Aruanda na praia de Tamba\u00fa.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Existem coisas que, quando modificadas em sua origem, ganham uma fei\u00e7\u00e3o curiosa. Diria at\u00e9 estranha, para n\u00e3o dizer rid\u00edcula. Isso, em raz\u00e3o de uma transforma\u00e7\u00e3o brusca, de sua real e j\u00e1 consagrada tradi\u00e7\u00e3o para um modismo, simplesmente justificado como sendo \u201crefor\u00e7o ao formato h\u00edbrido que tem aproximado ainda mais o p\u00fablico do evento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 quem tenha afirmado, conversando comigo (raz\u00e3o da publica\u00e7\u00e3o do artigo de hoje), que \u201cesse novo formato do festival s\u00f3 vem agora para tentar desdenhar a perda de prest\u00edgio do verdadeiro Aruanda\u201d. Em parte, refor\u00e7o a opini\u00e3o do amigo, acrescentando que o festival sempre existiu para celebrar o feito do cineasta paraibano Linduarte Noronha, naquilo que lhe foi o mais importante: o Cinema.<\/p>\n\n\n\n<p>O Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro, j\u00e1 na sua 21\u00aa edi\u00e7\u00e3o, a exemplo do ano passado, continua deixando sua forma original de exibi\u00e7\u00e3o, s\u00f3 em salas de cinema, para ganhar as areias da praia de Tamba\u00fa. Pior ainda, ostentando nova marca: \u201cAruanda Praia\u201d, ganhando assim o novo formato da \u201ccarnavaliza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa mudan\u00e7a do vinho para \u00e1gua, literalmente, seria perda de&nbsp;<em>status<\/em>&nbsp;de sua origem? De um cinema que sempre nos conduziu a um n\u00edvel soberano e de sonhos? Ou ter\u00e1 sido perda de sua import\u00e2ncia como entretenimento \u2013 \u201carte singular\u201d e de aspira\u00e7\u00f5es transformadoras de vida, a partir da exibi\u00e7\u00e3o de seus <em>\u00e9crans<\/em> em nossas salas de cinema?<\/p>\n\n\n\n<p>Sinceramente, ponderemos um pouco sobre as tais mudan\u00e7as, j\u00e1 que a opini\u00e3o do cin\u00e9filo e inconformado amigo deve ser tamb\u00e9m considerada, quando defende a forma original do festival Aruanda. Mesmo assim, ainda acredito no festival, quando resguarda parte de sua programa\u00e7\u00e3o \u00e0s salas do Cin\u00e9polis do Mana\u00edra Shopping. Igualmente, ao rever a filmografia paraibana, como \u00e9 o caso deste ano, homenageando as obras dos realizadores Vladimir Carvalho (<em>Rock Bras\u00edlia: era de ouro<\/em>) e Marcus Vilar e Cac\u00e1 Teixeira (<em>Jackson: na batida do pandeiro<\/em>). Eventos cinematogr\u00e1ficos hoje mostrados musical e alegoricamente nas areias da praia de Tamba\u00fa.&nbsp; Agora, mesmo que as tais mudan\u00e7as possam ser (ou n\u00e3o) uma tentativa apenas de \u201cgerar uma qu\u00edmica muito positiva\u201d, junto aos frequentadores do festival, como afirma a dire\u00e7\u00e3o geral do certame, ficam alguns desagrados.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-f8fc7f3db3a5aa0f86e55253e60f48b7\">APC recebe p\u00f3s-graduados em pesquisa<\/h3>\n\n\n\n<p>A Academia Paraibana de Cinema, no in\u00edcio deste m\u00eas, recebeu em sua sede na Funda\u00e7\u00e3o Casa de Jos\u00e9 Am\u00e9rico, Unidade de Tamba\u00fa, mestres e doutores da pr\u00f3pria FCJA, para trabalho de pesquisa e discuss\u00e3o cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro foi coordenado pelo presidente da APC, prof. Jo\u00e3o de Lima Gomes, com a participa\u00e7\u00e3o de alunos graduados em cinema e arqueologia da Universidade Federal da Para\u00edba. Na oportunidade, foram discutidos tamb\u00e9m assuntos sobre a nova edi\u00e7\u00e3o da revista Cine Nordeste.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existem coisas que, quando modificadas em sua origem, ganham uma fei\u00e7\u00e3o curiosa. Diria at\u00e9 estranha, para n\u00e3o dizer rid\u00edcula. Isso, em raz\u00e3o de uma transforma\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1325,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"Festival que virou um \u201caruand\u00ea\u201d praieiro - Coisas de Cinema","description":"Existem coisas que, quando modificadas em sua origem, ganham uma fei\u00e7\u00e3o curiosa. Diria at\u00e9 estranha, para n\u00e3o dizer rid\u00edcula. 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