{"id":1240,"date":"2026-01-31T21:36:34","date_gmt":"2026-02-01T00:36:34","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=1240"},"modified":"2026-01-31T21:38:31","modified_gmt":"2026-02-01T00:38:31","slug":"momento-especial-do-cinema-paraibano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2026\/01\/31\/momento-especial-do-cinema-paraibano\/","title":{"rendered":"Momento\u00a0especial\u00a0do cinema paraibano"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"420\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/IMG_5347.jpeg\" alt=\"Img 5347\" class=\"wp-image-1241\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/IMG_5347.jpeg 300w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/IMG_5347-214x300.jpeg 214w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Ao resgatar\u00a0a hist\u00f3ria do cinema paraibano de uma fase que assisti muito\u00a0de perto,\u00a0o document\u00e1rio \u201cParahyba\u201d (1985) foi o\u00a0primeiro filme do g\u00eanero realizado no estado, com recursos profissionais de cinema, em bitola 35mm, colorido, e melhor, com garantias comerciais previamente estabelecidas de exibi\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio nacional. E isto o\u00a0teriaqualificado\u00a0como\u00a0sendo\u00a0o\u00a0precursor de uma distinta fase do nosso cinema, considerado\u00a0ent\u00e3o\u00a0o in\u00edcio de um momento novo e moderno das nossas produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo come\u00e7ou com as reuni\u00f5es que realizamos no IPHAEP, na metade dos anos oitenta, na prepara\u00e7\u00e3o do IV Centen\u00e1rio da Para\u00edba. Eu, Linduarte Noronha, Wills Leal, Gonzaga Rodrigues, Barretinho Neto e Jos\u00e9 Oct\u00e1vio de Arruda Mello,&nbsp;intenso&nbsp;articulador do Grupo Z\u00e9 Hon\u00f3rio Rodrigues, que j\u00e1 coordenava tamb\u00e9m toda programa\u00e7\u00e3o do IV Centen\u00e1rio da Para\u00edba. Z\u00e9 Oct\u00e1vio havia me convidado para responder pelo segmento de Cinema do certame, em nome da ACCP, da qual fazia parte nessa \u00e9poca. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nessas reuni\u00f5es, que foram muitas, a grande quest\u00e3o era achar uma forma, uma argumenta\u00e7\u00e3o forte, contundente, que representasse bem o Estado e servisse como linha condutora da proposta do \u201cParahyba\u201d. O roteiro eu j\u00e1 tinha come\u00e7ado a escrever havia algum tempo, com a participa\u00e7\u00e3o de Barretinho, sendo por mim posteriormente conclu\u00eddo a quatro m\u00e3os com Machado Bittencourt, que depois&nbsp;o&nbsp;assinaria tamb\u00e9m na finaliza\u00e7\u00e3o do filme.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Anteriormente, eu havia coordenado por dois anos seguidos a parte de cinema do Festival de Arte de Areia, quando introduzi pela primeira vez a Cin\u00e9tica Filmes de Campina Grande naquele certame. Nessa \u00e9poca, eu j\u00e1 tinha contato com o cineasta Machado Bittencourt, com quem realizei&nbsp;tamb\u00e9m&nbsp;o document\u00e1rio \u201cCinema Inacabado\u201d. O filme foi todo rodado em 16mm, a cores, inclusive revelado e montado na pr\u00f3pria Cin\u00e9tica de Bittencourt. Foi uma homenagem ao Cinema Educativo da Para\u00edba e ao seu diretor Jo\u00e3o C\u00f3rdula e seus 25 anos de exist\u00eancia \u00e0 frente da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o obstante as raz\u00f5es at\u00e9 aqui revistas, o furor com que advieram outras realiza\u00e7\u00f5es em bitolas n\u00e3o 35mm, na mesma \u00e9poca, portanto n\u00e3o profissionais, deve ser igualmente considerado. O fato \u00e9 que, com o document\u00e1rio \u201cParahyba\u201d, sob suas caracter\u00edsticas ent\u00e3o mencionadas, houve de abrir uma nova perspectiva de produ\u00e7\u00e3o para o nosso cinema. Consagrou, por assim dizer, uma nova etapa, que diria ser&nbsp;um&nbsp;\u201cmomento&nbsp;especialdo Cinema Paraibano\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>APC<\/em><\/strong><strong><em>:&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>Exposi\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica sobre o Wills Leal<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O presidente da Academia Paraibana de Cinema, Jo\u00e3o de Lima Gomes, juntamente com t\u00e9cnicos da Funda\u00e7\u00e3o Casa de Jos\u00e9 Am\u00e9rico, visitou na quinta-feira passada a resid\u00eancia do jornalista Te\u00f3crito Leal, irm\u00e3o do fundador da APC, Wills Leal. Na ocasi\u00e3o, a fam\u00edlia foi informada da exposi\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica sobre&nbsp;Wills Leal, que ser\u00e1 aberta na segunda semana de mar\u00e7o na Unidade Tamba\u00fa da FCJA.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o encontro,\u00a0ao tomar conhecimento sobre a exposi\u00e7\u00e3o, Te\u00f3crito\u00a0cedeu por empr\u00e9stimo\u00a0algumas fotos relativas aos aspectos familiares\u00a0de\u00a0Wills\u00a0em\u00a0reuni\u00f5es\u00a0com sua\u00a0fam\u00edlia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao resgatar\u00a0a hist\u00f3ria do cinema paraibano de uma fase que assisti muito\u00a0de perto,\u00a0o document\u00e1rio \u201cParahyba\u201d (1985) foi o\u00a0primeiro filme do g\u00eanero realizado no estado, com&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1241,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"Momento\u00a0especial\u00a0do cinema paraibano - Coisas de Cinema","description":"Ao resgatar\u00a0a hist\u00f3ria do cinema paraibano de uma fase que assisti muito\u00a0de perto,\u00a0o document\u00e1rio \u201cParahyba\u201d (1985) foi o\u00a0primeiro filme do g\u00eanero realizado no"},"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1240","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria","yosemite-has-thumbnail"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/IMG_5347.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1240","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1240"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1240\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1242,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1240\/revisions\/1242"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1241"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1240"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1240"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1240"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}