{"id":1187,"date":"2025-11-01T22:30:17","date_gmt":"2025-11-02T01:30:17","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=1187"},"modified":"2025-11-01T22:30:18","modified_gmt":"2025-11-02T01:30:18","slug":"por-onde-andam-os-nossos-acervos-filmicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2025\/11\/01\/por-onde-andam-os-nossos-acervos-filmicos\/","title":{"rendered":"Por onde andam os nossos acervos f\u00edlmicos?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"566\" height=\"325\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Cineasta-Machado-Bitencour-um-dos-pioneiros-do-cinema-paraibano.jpg\" alt=\"Cineasta machado bitencour, um dos pioneiros do cinema paraibano.\" class=\"wp-image-1188\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Cineasta-Machado-Bitencour-um-dos-pioneiros-do-cinema-paraibano.jpg 566w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Cineasta-Machado-Bitencour-um-dos-pioneiros-do-cinema-paraibano-300x172.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Cineasta Machado Bitencour, um dos pioneiros do cinema paraibano.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o da preserva\u00e7\u00e3o dos acervos, sobretudo de cinema, \u00e9 coisa que vem de muito tempo. Desde quando se iniciou a utiliza\u00e7\u00e3o da pel\u00edcula (filme) cinematogr\u00e1fica. Inicialmente, durante o final dos anos de 1890, no formato de 35 mm, depois agregando o 16 mm e, posteriormente, em bitola Super-8, at\u00e9 chegarmos \u00e0 digitaliza\u00e7\u00e3o da imagem. Tema que continuamos a debater at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta semana, em mat\u00e9ria publicada no jornal A Uni\u00e3o, nosso confrade na Academia Paraibana de Cinema, prof. R\u00f4mulo Azevedo, de Campina Grande, aponta gravidade sobre a maioria dos nossos acervos f\u00edlmicos, denunciando: \u201cVamos preservar, recuperar, restaurar esses acervos. Quem vai ganhar com isso \u00e9 o estado da Para\u00edba, o Brasil e o mundo.\u201d Evid\u00eancia mais que justa.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, resgatando fatos e apelos que j\u00e1 fazemos no passado, inclusive por esta mesma coluna, comungo com as opini\u00f5es do parceiro R\u00f4mulo, em raz\u00e3o do que sempre alertamos sobre os nossos arquivos. E n\u00e3o apenas f\u00edlmicos, mas tamb\u00e9m cinematogr\u00e1ficos \u2013 fotogr\u00e1ficos, liter\u00e1rios em sua totalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, essa preocupa\u00e7\u00e3o com os nossos acervos \u00e9 coisa antiga. Al\u00e9m da quest\u00e3o presente, h\u00e1 algum tempo fui indagado sobre o paradeiro do acervo f\u00edlmico do jornalista Ivan de Oliveira, com quem trabalhei alguns anos atr\u00e1s em Jo\u00e3o Pessoa, na realiza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de cinejornais para a Repsom Produ\u00e7\u00f5es Cinematogr\u00e1ficas Ltda. Film\u00e1vamos em 35 mm, com a revela\u00e7\u00e3o do material e finaliza\u00e7\u00e3o nos Laborat\u00f3rios da L\u00edder de S\u00e3o Paulo, \u00e0s vezes no Rio de Janeiro. N\u00e3o era f\u00e1cil se produzir quase sem dinheiro alguns curtas-metragens, registrando especialmente eventos e obras do governo de ent\u00e3o, na Para\u00edba. Filmes que depois eram exibidos sobretudo no Cine Plaza, antes das suas sess\u00f5es normais de fim de semana. Essa foi uma saga que vivenciei pessoalmente durante anos, no universo paraibano.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, com mais esse justo alerta sobre o acervo de Machado Bitencourt, tamb\u00e9m patrono da nossa Academia Paraibana de Cinema, Cadeira 28, ficam indaga\u00e7\u00f5es sobre \u201conde est\u00e3o os nossos acervos f\u00edlmicos?\u201d. Que saiba, al\u00e9m desse de Bitencourt, que deve ser masterizado, outros na Para\u00edba continuam sendo ignorados em suas origens. Eu, inclusive, possuidor de vasto acervo em pel\u00edculas 16 mm e outros formatos, legado dos tempos de meu pai e nossas salas de cinema, n\u00e3o sinto seguran\u00e7a em fazer doa\u00e7\u00e3o, para que haja um tratamento adequado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-f017c718e86e35cfb4ba778cda16a11a\">Ci\u00eancia, Tecnologia e Arte na Tela<\/h3>\n\n\n\n<p>Em apoio a mais um evento na Para\u00edba, a Academia Paraibana de Cinema participou esta semana da \u201cI Mostra de Filmes Ci\u00eancia, Tecnologia e Arte na Tela\u201d, que aconteceu na Funda\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do Rego. A mostra foi realizada na Sala 4 do Mezanino 2 da FUNESC, e terminou ontem.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da APC, professor Jo\u00e3o de Lima Gomes esteve presente no evento, representando sua diretoria, e tamb\u00e9m o N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica e DECOM, dos quais faz parte na Universidade Federal da Para\u00edba,<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quest\u00e3o da preserva\u00e7\u00e3o dos acervos, sobretudo de cinema, \u00e9 coisa que vem de muito tempo. Desde quando se iniciou a utiliza\u00e7\u00e3o da pel\u00edcula (filme)&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"Por onde andam os nossos acervos f\u00edlmicos? - Coisas de Cinema","description":"A quest\u00e3o da preserva\u00e7\u00e3o dos acervos, sobretudo de cinema, \u00e9 coisa que vem de muito tempo. 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