{"id":1164,"date":"2025-09-20T12:00:00","date_gmt":"2025-09-20T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=1164"},"modified":"2025-09-18T11:18:46","modified_gmt":"2025-09-18T14:18:46","slug":"uma-primavera-jamais-esquecida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2025\/09\/20\/uma-primavera-jamais-esquecida\/","title":{"rendered":"Uma primavera jamais esquecida"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"433\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Severino-Alexandre-pioneiro-do-cinema-paraibano.jpg\" alt=\"Severino alexandre, pioneiro do cinema paraibano.\" class=\"wp-image-1165\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Severino-Alexandre-pioneiro-do-cinema-paraibano.jpg 700w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Severino-Alexandre-pioneiro-do-cinema-paraibano-300x186.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Severino Alexandre, pioneiro do cinema paraibano.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Setembro 17 de 1914. Data que marca o iniciar de toda uma gera\u00e7\u00e3o dos <strong>Alexandre<\/strong>; consequentemente, do CINEMA.<\/p>\n\n\n\n<p>Meu pai, Severino Alexandre dos Santos foi um batalhador, sempre. Pioneiro de nossas vidas, artes\u00e3o do Cinema e agente inspirador de muitas gera\u00e7\u00f5es. Memor\u00e1vel em nossos sonhos, personagem dos \u201cecr\u00e3s\u201d de luz e sombras, que tanto esmerou-se em construir, hoje reconhecido e eternizado pela Academia Paraibana de Cinema.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todo 17 de setembro \u00e9 uma data emocionalmente representativa para mim. Ainda mais, quando nela celebramos um centen\u00e1rio de nascimento de um dos pioneiros do cinema paraibano.<\/p>\n\n\n\n<p>Patrono da Cadeira 05 da Academia Paraibana de Cinema, na qual, hoje, tenho acento, honrosamente, segui o meu pai em toda sua vida dedicada aos meandros da cinematografia. N\u00e3o ter\u00e1 sido atoa que, aos treze anos de idade ele j\u00e1 empunhava a manivela de uma c\u00e2mera projetora, em sess\u00f5es de um cinema que ainda n\u00e3o tinha aprendido a \u201cfalar\u201d, se mostrando como gente grande.<\/p>\n\n\n\n<p>Natural da regi\u00e3o do brejo paraibano, oriundo da fam\u00edlia Gon\u00e7alves de Alagoa Grande, na Para\u00edba, \u201cSeu\u201d Severino do Cinema (assim conhecido desde cedo na cidade de Santa Rita, onde se casou, construiu sua fam\u00edlia e viveu sempre) acompanhou de perto a evolu\u00e7\u00e3o do cinema, construindo suas pr\u00f3prias salas de proje\u00e7\u00e3o. Inclusive, usando do seu pr\u00f3prio conhecimento artesanal, na constru\u00e7\u00e3o das \u201clanternas m\u00e1gicas\u201d (\u00e0 carv\u00e3o), que iluminavam as sess\u00f5es de seus cinemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, a Academia Paraibana de Cinema rendeu-lhe tributo, publicando pioneiramente um livro, ressaltando passagens de sua vida e de suas experi\u00eancias como exibidor n\u00e3o apenas em Santa Rita, mas tamb\u00e9m no distrito de V\u00e1rzea Nova, onde construiu uma sala de proje\u00e7\u00e3o, e cidades como Mari, Pilar e Bayeux. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As rela\u00e7\u00f5es comerciais de meu pai, mediadas sempre por mim, com os empres\u00e1rios Luciano Wanderlei (Cia. Exibidora do Cine Municipal), com os Senhores Lemos e Valdemar, ambos da Cia. Cinemas Reunidos (Plaza), entre outros do setor, seus concorrentes, sempre foram do melhor quilate. Deles, inclusive, tivemos apoio \u00e0 programa\u00e7\u00e3o dos nossos cinemas, sem restri\u00e7\u00e3o de mercado. N\u00e3o ter\u00e1 sido em v\u00e3o a marca de \u201cSeu\u201d Alexandre na trajet\u00f3ria da nossa S\u00e9tima Arte, na Para\u00edba. Que os \u00e9crans dos nossos ruidosos projetores do passado, meu pai, e todo seu feito deva ser imortalizados na eterna guarda da nossa t\u00e3o querida Academia Paraibana de Cinema.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-070f2d6e44b1dfb42ae7494f6b750d20\">APC e UFPB celebram o feito de \u201cAruanda\u201d<\/h3>\n\n\n\n<p>O document\u00e1rio de Linduarte Noronha, \u201cAruanda\u201d, foi lembrado na quinta-feira passada (18), com a participa\u00e7\u00e3o dos professores Dinarte Varela, Jo\u00e3o de Lima Gomes, Em\u00edlia Barreto, da UFPB, e colabora\u00e7\u00e3o de Josefa Cavalcanti da PPGS\/UFPE. O evento, aberto \u00e0s 10hs, teve a presen\u00e7a de estudantes, t\u00e9cnicos e docentes da UFPB.<\/p>\n\n\n\n<p>Representando a Academia Paraibana de Cinema, o professor Jo\u00e3o de Lima fez a palestra \u201cNovos olhares: Um mesmo pioneirismo TV &amp; cinema\u201d. Depois foi exibido o document\u00e1rio \u201cCineasta da Terra\u201d de Manfredo Caldas, quando houve um debate de encerramento.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Setembro 17 de 1914. Data que marca o iniciar de toda uma gera\u00e7\u00e3o dos Alexandre; consequentemente, do CINEMA. Meu pai, Severino Alexandre dos Santos foi&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1165,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"Uma primavera jamais esquecida - Coisas de Cinema","description":"Setembro 17 de 1914. 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