{"id":1069,"date":"2025-03-29T12:00:00","date_gmt":"2025-03-29T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=1069"},"modified":"2025-03-27T10:04:27","modified_gmt":"2025-03-27T13:04:27","slug":"o-aporte-da-literatura-ao-cinema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2025\/03\/29\/o-aporte-da-literatura-ao-cinema\/","title":{"rendered":"O aporte da literatura ao cinema"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"826\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Importanbcia-da-Literatura-no-Cinema-para-o-Script-826x1024.jpg\" alt=\"Importanbcia Da Literatura No Cinema Para O Script\" class=\"wp-image-1070\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Importanbcia-da-Literatura-no-Cinema-para-o-Script-826x1024.jpg 826w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Importanbcia-da-Literatura-no-Cinema-para-o-Script-242x300.jpg 242w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Importanbcia-da-Literatura-no-Cinema-para-o-Script-768x953.jpg 768w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Importanbcia-da-Literatura-no-Cinema-para-o-Script-1238x1536.jpg 1238w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Importanbcia-da-Literatura-no-Cinema-para-o-Script.jpg 1290w\" sizes=\"auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Import\u00e2ncia da Literatura no Cinema para o Script.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Vivemos numa \u00e9poca de <em>shows pirot\u00e9cnicos, <\/em>cotidianamente. N\u00e3o apena atrav\u00e9s de nossa m\u00eddia eletr\u00f4nica, mas&nbsp;tamb\u00e9m no cinema. N\u00e3o menos nesse que \u00e9 visto e considerado \u201cA arte dos sonhos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, a pergunta que n\u00e3o quer calar: como se dormir e sonhar com um barulho desses? Quando temos visto tamb\u00e9m em cinema \u2013 at\u00e9 como recurso de mais atra\u00e7\u00e3o de mercado, sobretudo na grande maioria de suas produ\u00e7\u00f5es \u2013, a exacerba\u00e7\u00e3o de aud\u00e1cias est\u00e9ticas e cinesias visuais, buscando uma maior concorr\u00eancia frente \u00e0 TV.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre entendi que o Cinema \u00e9 usu\u00e1rio da Literatura. E como tal, o bom cinema \u00e9 aquele feito com requintes tradicionais de linguagem, demandando os recursos liter\u00e1rios. E isso diz respeito \u00e0s formas originas cinematogr\u00e1ficas: <em>script<\/em> e narrativa. Ou seja, a formas correta de narrar uma hist\u00f3ria usando de uma \u201croteiriza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo que algu\u00e9m tenha afirmado que \u201cO cinema \u00e9 o mais livre de todos os meios de comunica\u00e7\u00e3o, pode-se realizar maravilhas com ele\u201d (Henry Miller, ensa\u00edsta e escritor norte-americano), diria que, na composi\u00e7\u00e3o de uma obra f\u00edlmica, necessariamente, estariam os recursos narrativos essenciais. S\u00e3o pe\u00e7as de produ\u00e7\u00e3o, como o <em>script <\/em>(Roteiro), que orientam o argumento.<\/p>\n\n\n\n<p>O cinema \u00e9 (sempre foi) a representa\u00e7\u00e3o dos fatos e da realidade. Desde que D.W. Griffith resolveu mobilizar sua c\u00e2mera com o filme \u201cIntoler\u00e2ncia\u201d, em setembro de 1916, nos Estados Unidos. Criou-se, ent\u00e3o, um novo olhar sobre os fatos vigentes. Ele deixaria de lado o registro documental para trabalhar com a Dramaturgia, considerando-a o \u201cverdadeiro cinema\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre essa quest\u00e3o do roteiro cinematogr\u00e1fico, como sendo uma pe\u00e7a de maior interesse no cinema, esta semana recebi de um amigo \u201ccin\u00e9filo\u201d um pedido para que lhe indicasse um livro sobre o assunto. Disse-me ele: \u201cAlex, na composi\u00e7\u00e3o de um filme, gosto muito de ROTEIRO. Voc\u00ea me recomenda algum livro b\u00e1sico de ROTEIROS? Ou de CINEMA?\u201d. Respondendo ao pedido do amigo Jos\u00e9 M\u00e1rio, aleguei que o <em>Script<\/em> \u00e9 tamb\u00e9m pe\u00e7a-chave em cinema. E n\u00e3o s\u00f3 sobre roteiro, indique-lhe um livro que gosto muito, que \u00e9: \u201cLiteratura e Cinema\u201d, editado pela Movera e organizado por Jos\u00e9 Domingos de Brito. Pois bem, sempre vi na dramaturgia a literatura como um dos fortes suportes aos <em>scripts<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-7c80d81239076b1ce9f9e1446a2f721b\">Outorga do T\u00edtulo a acad\u00eamico da APC<\/h3>\n\n\n\n<p>A Universidade Federal da Para\u00edba, por meio do Centro de Comunica\u00e7\u00e3o, Turismo e Artes e seu Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo, com apoio do NUDOC-N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica, atrav\u00e9s do Programa Acad\u00eamico de Outorga do T\u00edtulo de Professor Em\u00e9rito da UFPB, prestar\u00e3o homenagem ao professor Pedro Nunes Filho. A solenidade ser\u00e1 realizada na pr\u00f3xima sexta-feira, \u00e0s 19h00, no Cine Aruanda do CCTA do Campus I, em Jo\u00e3o Pessoa. A solenidade ser\u00e1 presidida pela Reitora Terezinha Domiciano.<\/p>\n\n\n\n<p>Prof. Pedro Nunes \u00e9 atualmente ocupante da Cadeira 28 (cujo Patrono \u00e9 o cineasta Jureny Machado Bitencourt) da Academia Paraibana de Cinema, que estar\u00e1 presenta no ato por seu presidente o prof. Jo\u00e3o Gomes de Lima.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vivemos numa \u00e9poca de shows pirot\u00e9cnicos, cotidianamente. N\u00e3o apena atrav\u00e9s de nossa m\u00eddia eletr\u00f4nica, mas&nbsp;tamb\u00e9m no cinema. N\u00e3o menos nesse que \u00e9 visto e considerado&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1070,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"O aporte da literatura ao cinema - Coisas de Cinema","description":"Vivemos numa \u00e9poca de shows pirot\u00e9cnicos, cotidianamente. 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