{"id":1019,"date":"2024-12-28T12:00:00","date_gmt":"2024-12-28T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/?p=1019"},"modified":"2024-12-26T13:59:12","modified_gmt":"2024-12-26T16:59:12","slug":"a-jovem-do-cinema-educativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/2024\/12\/28\/a-jovem-do-cinema-educativo\/","title":{"rendered":"A jovem do cinema educativo"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"706\" src=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Jovem-de-cinema-em-familia-nas-gravacoes-de-Le-Supson-1024x706.jpg\" alt=\"Jovem De Cinema Em Familia Nas Gravacoes De Le Supson\" class=\"wp-image-1020\" srcset=\"https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Jovem-de-cinema-em-familia-nas-gravacoes-de-Le-Supson-1024x706.jpg 1024w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Jovem-de-cinema-em-familia-nas-gravacoes-de-Le-Supson-300x207.jpg 300w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Jovem-de-cinema-em-familia-nas-gravacoes-de-Le-Supson-768x529.jpg 768w, https:\/\/alexsantos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Jovem-de-cinema-em-familia-nas-gravacoes-de-Le-Supson.jpg 1264w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Jovem de cinema em fam\u00edlia, nas grava\u00e7\u00f5es de Le Supson.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O cinema sempre me foi uma forte motiva\u00e7\u00e3o, desde que vi as primeiras imagens projetadas numa tela, isso ainda muito novo, nos cinemas do meu pai. E no futuro, ent\u00e3o, passei a criar alguns projetos ligados ao cinema, como cineclubes, por exemplo. Foi quando realizei meu filme em curta-metragem, \u201cArriba\u00e7\u00e3o\u201d (1969). Duas semanas foram suficientes para os trabalhos de filmagens, em plena regi\u00e3o seca do sert\u00e3o e no Curimata\u00fa paraibanos, na companhia de equipe t\u00e9cnica e dos atores Anco M\u00e1rcio e Lu\u00edza Lacet. O apoio veio do amigo e ex-professor de Geografia Jos\u00e9 Corn\u00e9lio, e do fot\u00f3grafo de <em>still <\/em>Adelino Viegas. Com sede na cidade de Tacima, a equipe saia todas as manh\u00e3s para a regi\u00e3o do Curimata\u00fa, em busca das loca\u00e7\u00f5es nos arredores da Pedra da Boca, na fronteira entre Para\u00edba e Rio Grande do Norte.<\/p>\n\n\n\n<p>Dezembro de 1977, \u00e9poca em que o cinema paraibano se mostrava em evid\u00eancia. A juventude discutia e produzia seus filmes sob as ondas da nova bitola, o Super-8, um formato de audiovisual a se disseminar a partir do 16mm e do sistema VHS. Mas foi realizando meu document\u00e1rio de curta-metragem, com 13 minutos de dura\u00e7\u00e3o, sobre as belezas naturais da praia de Lucena, na Para\u00edba, que ganhei meu primeiro pr\u00eamio de cinema. O da SUDENE, durante o Festival Brasileiro de Cinema, em Pernambuco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Chegando naquela tarde ao Aeroporto dos Guararapes de Recife, vindo de Aracaju\/Sergipe, onde inscrevera meu filme \u201cO Coqueiro\u201d, fui direto ao Teatro do Parque, centro da cidade, para tamb\u00e9m me inscrever.&nbsp; Foi onde tudo iniciou, ao conhecer aquela \u201cjovem do Cinema Educativo\u201d, que ali trabalhava. Foi afinidade \u00e0 primeira vista. Tempos depois, est\u00e1vamos juntos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Transferida de seu curso de Direito na Universidade Cat\u00f3lica de Recife, em Pernambuco, para o antigo IPE (Instituto Paraibano de Educa\u00e7\u00e3o), que funcionava no Mosteiro de S\u00e3o Bento, na Avenida Visconde de Pelotas, pr\u00f3ximo \u00e0 Catedral, em Jo\u00e3o Pessoa, a jovem <strong><em>Lili<\/em><\/strong> concluiria o seu bacharelado no Centro de Ci\u00eancias Jur\u00eddicas da Universidade Federal da Para\u00edba, onde eu trabalhava. Durante algum tempo ela foi a secret\u00e1ria do professor Milton Paiva, na Funda\u00e7\u00e3o Casa de Jos\u00e9 Am\u00e9rico, em Cabo Branco. Inscrita na OAB-PB, \u00e9 posteriormente convidada para compor os quadros da Defensoria P\u00fablica do Estado, onde permanece at\u00e9 hoje. Mesmo exercendo uma fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica, jamais abdicou da sua condi\u00e7\u00e3o de esposa e m\u00e3e. De nossa uni\u00e3o, em um mar\u00e7o futuro, nascia a pequena Alexa. Tamb\u00e9m em mar\u00e7o, quatro anos \u00e0 frente, chegaria um filho, este que completaria a t\u00e3o esperada terceira gera\u00e7\u00e3o dos Alexandres: do nosso pioneiro, \u201cSeu Alexandre do Cinema\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-39fcfeec43019404886e6d7a131e7dd5\">APC celebra Dia Mundial do Cinema<\/h3>\n\n\n\n<p>Organizado pelo professor Jo\u00e3o de Lima Gomes, com apoio da diretoria da Academia Paraibana de Cinema, a entidade celebrou na data de ontem, mais um Dia Mundial do Cinema. O evento aconteceu j\u00e1 em sua nova sede, na Avenida N. S. dos Navegantes, em Tamba\u00fa.<\/p>\n\n\n\n<p>Na oportunidade, houve o lan\u00e7amento de livro de cinema, bem como, an\u00fancio do Edital das inscri\u00e7\u00f5es para concorrer \u00e0s Cadeiras 2 e 37, ora vagas, que foram, respectivamente, dos acad\u00eamicos Vladimir Carvalho e Carlos Aranha, falecidos recentemente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cinema sempre me foi uma forte motiva\u00e7\u00e3o, desde que vi as primeiras imagens projetadas numa tela, isso ainda muito novo, nos cinemas do meu&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1020,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"slim_seo":{"title":"A jovem do cinema educativo - Coisas de Cinema","description":"O cinema sempre me foi uma forte motiva\u00e7\u00e3o, desde que vi as primeiras imagens projetadas numa tela, isso ainda muito novo, nos cinemas do meu pai. 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